ENQUADRAMENTO
Passados 100 anos da sua descoberta, estima-se que a doença de Alzheimer afete, atualmente, mais de 100.000, somente em Portugal. Foi referida pela primeira vez em 1906 pelo médico alemão Alois Alzheimer, tratando-se de uma doença degenerativa caracterizada por alterações de memória e outras funções cognitivas, com instalação insidiosa e agravamento progressivo, lento e irreversível que conduz a uma decadência nas atividades profissionais, sociais, familiares e pessoais do doente.
Esta doença do cérebro de causa desconhecida, torna os doentes incapazes de realizar qualquer tarefa, tais como: perdem-se, deixam progressivamente de reconhecer os rostos dos familiares, ficam incontinentes e acabam na sua maioria acamados, sobrevivendo entre 2 a 15 anos.
Um conhecimento mais profundo desta demência é fundamental para o estabelecimento de um diagnóstico, bem como a implementação de uma intervenção mais eficaz para melhorar a qualidade de vida e o bem-estar psicossocial do doente.